Convivências e rede(s): culturas, linguagens e tecnologias na educação

127 Vanessa Just Blanco O encantamento do aprender está justamente no inacabado e na possibilidade, nas conexões e criações de diferentes significados para prática, no permitir-se ser alvo de questionamentos de sujeitos pensantes. Afinal, desta “autonomia” discente também nos lembra a Base Nacional Comum Curricular (2017). E, como ajudar para que esta competência se desenvolva se afastarmos o discente da narrativa da sala de aula e o colocarmos no papel de leitor inexperiente a quem a voz não deve ser considerada? Se a interação cria esta ponte entre as diferentes consciências que participam da narrativa da sala de aula, possibilitando o excedente de visão que comentamos anteriormente, então, o apresentar dos resultados de avaliações (Figura 5), bem como o que se ponderará como quantificável ou qualificável no caminho é relevante. Figura 5 – Avaliação mediadora na prática Fonte: Site “De boas com a Língua” (2024). Quando questionamos os discentes sobre o que o site potencializa em relação ao percurso do aprender, percebemos enunciados relativos à autonomia: “[...] conseguia me organizar melhor para as futuras atividades propostas pela professora” (Discente B); “[...] um

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