Rede de Saberes, Edição 2025

219 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre Ciências da Saúde - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Autor(a): Taizi Meireles Batista Coautor(es): Isabella Leitão Garcia; Aline Caldeira Medronha; Francilene Nunes Rainone Modalidade de Bolsa: Orientador(a): Janine Kieling Monteiro TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS EM TRABALHADORES(AS) DA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE DA COORDENADORIA NORTE DE PORTO ALEGRE A saúde mental dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido objeto de crescente atenção diante das intensas demandas físicas, emocionais e organizacionais que marcam o cotidiano desses(as) profissionais, conquistando espaços de debate por conta das altas taxas de adoecimento mental. Compreender os fatores que impactam a saúde mental dos trabalhadores é fundamental para a construção de políticas públicas que promovam cuidado, valorização e condições dignas de trabalho no âmbito da saúde pública brasileira. Esta pesquisa foi desenvolvida através da parceria entre Universidade do Vale do Rio dos Sinos e a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (POA), junto ao Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde). Este programa refere-se a uma iniciativa do Ministério da Saúde a fim de promover políticas de educação permanente e melhorias no âmbito profissional dos trabalhadores(as) do SUS. A presente pesquisa trata-se de um recorte do projeto: “Equidade em Ação: a integração ensino-serviço-comunidade no Município de Porto Alegre/RS para garantia de um princípio essencial do SUS”. O seu objetivo é avaliar a prevalência de indicativos de Transtornos Mentais Comuns (TMC) em trabalhadores(as) do Departamento de Atenção Primária em Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde Norte (CSN) de POA e analisar os sintomas físicos e psicológicos mais frequentes. Trata-se de uma pesquisa quantitativa descritiva, com 82 trabalhadores da DAPS lotados em serviços da CSN do município de Porto Alegre, vinculados como celetista, estatutário ou bolsista. A amostra foi composta por 87,2% mulheres cisgênero, 10,5% homens cisgênero e 2,3% outro. A faixa etária majoritá-

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