Rede de Saberes, Edição 2025

221 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre Ciências da Saúde - Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Autor(a): Eduarda Vila Real da Rosa Coautor(es): Priscila Pereira da Silva Lopes, Geise Klipel Weber, Gessica Buhler Kauer, Rafaela Flores Romanini, Daniel da Silva Jacoby, Laura da Fonseca Torres, Juliê Leite Filippi, Vittória Candia, Francine Ferreira Ribeiro da Silva e Mariana Siqueira. Modalidade de Bolsa: Voluntária Orientador(a): Rafael Schaefer A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE SOBRE O CLIMA ÉTICO ORGANIZACIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA Introdução: A saúde do trabalhador é um tema estratégico na saúde coletiva, especialmente diante de transformações que afetam as condições de trabalho e a qualidade da assistência. Na Atenção Primária à Saúde (APS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), a sobrecarga, os vínculos com a comunidade e os desafios do território influenciam o ambiente de trabalho e as relações profissionais. Nesse cenário, o clima ético organizacional (CEO) se refere à forma como questões éticas são tratadas nos serviços e se reflete no comportamento dos profissionais. Objetivo: Analisar a média do clima ético organizacional entre diferentes categorias profissionais na APS de uma cidade na região metropolitana de Porto Alegre. Método: Pesquisa transversal, realizada nos meses de abril a maio de 2023, com 217 profissionais de saúde com no mínimo 6 meses de atuação, sendo excluídos aqueles que ocupavam somente cargos de gestão. Foi aplicado um questionário presencial que reuniu variáveis sociodemográficas e de saúde e a Hospital Ethical Climate Survey (HECS) para a avaliação do CEO. As variáveis categóricas foram apresentadas por frequência absoluta e relativa e o teste ANOVA a um fator foi aplicado para a comparação das médias, realizadas pelo software JAMOVI 2.4.1. A pesquisa recebeu aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Unisinos, parecer 5.456.590. Resultados: Participaram do estudo 34 médicos (15,7%), 29 enfermeiros (13,4%), 68 técnicos e auxiliares de enfermagem (31,3%), 33 dentistas e auxiliares (15,2%) e 49 agentes comunitários de saúde (ACS) (22,6%). A média geral da

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