232 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre 0,05. Resultados: Foram incluídas 47 gestantes, das quais 29 (61,7%) apresentavam histórico de internações anteriores. As mulheres com reinternações apresentaram menores escores de barreiras de acesso à saúde (BACE) (p = 0,034) e eram significativamente mais velhas (p = 0,047), em comparação àquelas na primeira internação. Não foram observadas associações significativas entre internações anteriores e planejamento reprodutivo (LMUP), rede de apoio, experiências de trauma na infância (QUESI), raça/cor, orientação sexual ou perda de guarda do recém-nascido (p > 0,05 para todas). Conclusão: Os resultados do estudo sugerem que fatores psicossociais influenciam a reincidência hospitalar. Evidências da literatura indicam que dificuldades de acesso, estigma e menor suporte institucional estão associados à fragmentação do cuidado e maior risco de reinternações em contextos perinatais. Esses achados reforçam a importância de políticas intersetoriais e estratégias de cuidado contínuo, especialmente voltadas a gestantes em situação de vulnerabilidade. Palavras-chave: Gestação; Transtornos mentais; Internação psiquiátrica; Estigma; Planejamento reprodutivo; Reinternação.
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