Rede de Saberes, Edição 2025

252 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre partir da medida eletroquímica empregada foi possível diferenciar as concentrações de DNA presentes nas amostras, existindo replicabilidade dentro das triplicatas. Houve variações no nível de corrente de base, com concentrações mais elevadas promovendo um deslocamento para cima no início do pico da DPV, indicando um aumento da corrente de base proporcional à quantidade de DNA imobilizado na superfície do sensor. A presença de grupos fosfatos no DNA confere a ele uma carga negativa que pode elevar a corrente na técnica de DPV. Além disso, a solução usada na medida (([Fe(CN)₆]⁴⁻)) também é carregada negativamente e pode causar repulsão com o DNA. Além disso, foi constatado o sucesso da imobilização dos elementos necessário para uma amplificação isotérmica (RPA - Recombinase Polymerase Amplification) e diferenciação inicial (pré-amplificação) de amostras branco e positivas. Como perspectivas, procederemos com a reação de amplificação para identificação do gene de interesse (KPC). Com base nos resultados encontrados verificou-se que é viavel o desenvolvimento de um biossensor eletroquímico para a detecção do gene, com potencial aplicação em beira de leito e no isolamento de pacientes em UTI’s. Palavras-chave: gene; resistência antimicrobiana; KPC; sensor; point of care.

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