Rede de Saberes, Edição 2025

341 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre rinhas. Adicionalmente, foram inseridas as localizações dos poços oceânicos dos programas ODP/IODP Leg 207 (Demerara Rise), Leg 159 (Margem Equatorial Africana) e Leg 36 (Platô das Falklands) e Leg 72 (Elevação de Rio Grande), como marcos espaciais para posicionamento regional e controle da geometria das margens conjugadas ao longo do tempo. Com o objetivo de refinar o modelo de rotação, propõe-se a introdução de hotspots oceânicos regionais como referência absoluta para ajuste da paleolongitude e validação da trajetória relativa entre placas. No Atlântico Sul destacam-se três importantes plumas mantélicas: Trindade, Tristão da Cunha e Santa Helena. O hotspot de Trindade está relacionado à Elevação Vitória- -Trindade e registra atividade vulcânica desde o Cretáceo Superior até os dias atuais. Tristão da Cunha originou a Dorsal de Walvis e a Elevação do Rio Grande, sendo um marcador fundamental da movimentação da Placa Sul-Americana. Já o hotspot de Santa Helena está vinculado à Cadeia São Paulo–Santa Helena e à porção equatorial do oceano, sendo relevante para o contexto da Margem Equatorial. Esses hotspots, por apresentarem relativa fixidez no manto profundo, funcionam como marcadores geodinâmicos complementares à modelagem paleomagnética. A metodologia proposta combina o modelo PALEOMAP com restrições adicionais utilizando os hotspots. Essa integração permite testar a coerência entre a rotação das placas e as posições dos hotspots ao longo do tempo, fornecendo uma reconstituição cinemática mais precisa, aliando dados estruturais, margens continentais, dinâmica do manto e indicadores vulcânicos oceânicos. Palavras-chave: Modelos de rotação, Hotspots, Geotectônica, Gplates, Geodinâmica.

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