181 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre ve uma redução de 52 itens para 41 itens, pois itens com baixa carga fatorial ou que pertenciam a duas dimensões distintas foram removidos (Castelo, 2013). Existe uma tendência de que isso possa ocorrer também nas próximas etapas do estudo da versão brasileira do instrumento. ). Apesar da EMAD ser aplicável para a população idosa, nessa fase de adaptação do instrumento nenhum idoso avaliou a compreensão da escala. Essa pode ser considerada uma limitação do presente estudo e, portanto, é possível que se torne necessário avaliar evidências de validade de conteúdo nesta população. Além disso, novas evidências de validade para a população de adultos, de maneira geral. Conclusão: Os passos disponíveis na literatura já consolidada para adaptação possibilitaram a apresentação de um instrumento com características específicas para avaliação da depressão e pertinentes a realidade brasileira. Considerando que hoje no Brasil existem poucos instrumentos que mensuram os sintomas de depressão, e nenhum deles avalia de maneira consistente seus atributos interpessoais, torna-se importante adaptar e validar escalas que abranjam essa condição. A EMAD (nomeada português brasileiro de Escala Multidimensional de Avaliação da Depressão- EMAD), surge então nesse cenário propondo-se a aferir essas dimensões. De todas as diretrizes propostas por Borsa et al. (2012) para a tradução e adaptação do instrumento, apenas a última etapa, a piloto, não foi desenvolvida neste estudo. Sugere-se que novos estudos sejam feitos com a EMAD afim de reunir o maior número de evidências de validade para a escala e torná-la mais confiável e fidedigna. Essas pesquisas contribuirão para melhores avaliações e conceitos diagnósticos, tratamentos e estratégias preventivas da depressão.
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