224 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre uma com respostas dicotômicas (‘sim’ ou ‘não’). A pontuação final varia de 0 (nenhuma probabilidade) a 20 (extrema probabilidade) de apresentar TMC. Adotou-se o ponto de corte 7 para a identificação de TMC. As variáveis foram apresentadas por frequência absoluta e relativa, por meio do software JAMOVI 2.4.1.0. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unisinos, parecer 5.456.590. Resultados: Foram analisadas respostas de 217 profissionais, sendo a maioria do sexo feminino 181 mulheres (83,4%), de cor da pele branca (n=160; 74,1%), commediana de idade de 40 anos (IQ 33,0 - 50,0). Participaram do estudo profissionais médicos (n=34, 15,7%), enfermeiros (n=29, 13,4%), técnicos e auxiliares de enfermagem (n=68, 31,3%), dentistas e auxiliares (n= 33, 15,2%), agentes comunitários (n= 49, 22,6%) e outros (n=4, 1,8%). A prevalência geral de TMC na amostra foi de 32,7% (n=64). Os grupos de sintomas mais frequentes na amostra analisada incluem humor depressivo/ansioso e manifestações somáticas, com mais da metade dos profissionais declarando sentir-se nervoso(a), tenso(a) ou preocupado(a). Conclusões: Cerca de um terço dos profissionais de saúde apresentaram TMC. Esse cenário destaca a magnitude do problema e reitera a necessidade de estratégias que promovam ambientes de trabalho saudáveis e protejam a saúde do trabalhador. Palavras-chave: Transtornos Mentais Comuns; Bem-Estar Psicológico; Atenção Primária à Saúde; Saúde do Trabalhador; Profissionais de Saúde.
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