Rede de Saberes, Edição 2025

242 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre idade da amostra foi de 36,7 anos. A aplicação do questionário apontou que, dos respondentes, 3,8% tinham níveis inadequados de literacia em saúde (média de resposta entre 1 e 2) e 65,3% apresentaram níveis problemáticos (média de resposta entre 2 e 3). Níveis suficientes de literacia em saúde (média de resposta maior que 3) foram observados em menos de um terço da amostra, totalizando 31,1% dos profissionais de saúde pesquisados. O escore médio total da escala na amostra (G-HL6, de 0 a 50 pontos) foi de 17,9 pontos. Dos participantes da pesquisa, 36,6% consideraram difícil ou muito difícil encontrar informações sobre saúde baseadas em evidências científicas e 42,3% consideraram difícil ou muito difícil avaliar a confiabilidade das informações sobre riscos à saúde. Não foi observada diferença quanto ao nível de literacia em saúde para as variáveis preditoras idade, gênero e cor dos participantes. Conclusões: Os resultados deste estudo permitem-nos inferir a necessidade de maior desenvolvimento de competências informacionais em saúde pelos profissionais da área, visto que a literacia em saúde é fundamental tanto para o autocuidado do próprio profissional, quanto para uma atuação clínica qualificada e centrada na promoção da saúde dos pacientes. Palavras-chave: letramento em saúde; educação em saúde; profissionais da saúde; competência em informação; promoção em saúde.

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