Rede de Saberes, Edição 2025

743 MINHA PESQUISA EM 180 SEGUNDOS De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre (Stata Corporation, College Station, EUA), versão 15.1 para Windows. Primeiramente foram realizadas análises descritivas por meio de frequências absolutas e relativas, em seguida o teste qui-quadrado foi utilizado para avaliar a associação das variáveis independentes com o desfecho. Em seguida foram estimadas razões de prevalências brutas e ajustas com a regressão de Poisson com variância robusta. Para a análise ajustada, o efeito da insegurança alimentar foi controlado para variáveis independentes associadas tanto com a exposição principal quanto com o desfecho num nível de significância menor que 20% (p<0,20). O nível de significância menor que 5% foi considerado para detectar associações estatisticamente significativas (p<0,05). O mesmo formato de análise dos dados utilizado para a análise parcial será feito na análise final, quando toda a amostra for coletada. O estudo respeito todos os princípios éticos previstos na Resolução n° 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde e na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unisinos (Parecer nº 7.337.375; CAAE nº 85088824.2.0000.5344). Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo garantida a confidencialidade e o uso exclusivo das informações para fins científicos. Os resultados parciais demonstram que a amostra foi composta majoritariamente por mulheres, totalizando 128 participantes, destes 123 foram do sexo feminino (96,1%) e apenas cinco do sexo masculino (3,9%). Devido ao número reduzido de homens, optou- -se por excluí-los das análises estatísticas, de forma a garantir maior consistência nos resultados apresentados. A média de idade foi de 34,8 anos ((DP=10,6) e a renda per capita média foi de 1,03 salários mínimos (DP=0,81). A prevalência de insegurança alimentar moderada e grave foi de 27,1% (IC95% 19,7-35,7), indicando que mais de um quarto das famílias avaliadas vivenciam uma restrição alimentar significativa. A idade apresentou associação estatisticamente significativa com a insegurança alimentar (p=0,047), evidenciando aumento progressivo da prevalência com o avanço etário: 18,3% (IC95% 8,8-32,0) no grupo de 18 a 29 anos e 37,5% (IC95% 21,1-56,3) no grupo de 40 anos ou mais. Os recortes de renda per capta e idade foram feitos por tercis. A renda

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