79 XXXII MOSTRA UNISINOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA De 29/09/2025 a 03/10/2025 Unisinos São Leopoldo e Porto Alegre rior da Serra Geral. A partir de H1 observasse uma sequência de derivações (H1→H2→H3→H4), mostrando o caminho provável da evolução genética entre esses haplótipos. H2 (n=4) é mais abundante no sudoeste da MA, H3 (n=3) mais ao norte da MA e H4 (n=4) no Nordeste Rio-Grandense. Observa-se uma disparidade na amostragem entre localidades, com predominância de amostras da Serra e encosta da Serra Geral. Essa assimetria pode ter inflado a frequência relativa de H1, mascarando padrões reais de diversidade e estrutura genética populacional. Ainda assim, os resultados evidenciam a existência de estrutura geográfica na diversidade genética da espécie. Tal padrão é amplamente reportado para fauna e flora da região, provavelmente resultante dos ciclos de retração e avanços da floresta no Pleistoceno, que promoveram a alternância entre zonas de refúgio e expansão. Atualmente, estão em andamento esforços para amplificar marcadores moleculares adicionais e construir uma matriz de dados robusta, que possibilite análises complementares de estruturação genética e estimativas temporais. Além disso, para ampliar a amostragem e corrigir potenciais vieses, planejamos novas saídas de campo para o próximo semestre. Palavras-chave: Biologia Molecular, 16S rRNA, Biogeografia, Genética, Araucaria
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