58 ANAIS DO VIII CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO UNISINOS um outro sabor. Eu relembro de estar numa discussão mais coletiva com a sua presença num GT de políticas já há algum tempo da ANPED, então eu já estava com muita saudades para além de todas as leituras que eu faço. E nesse agradecimento dizer que eu sou professora, das licenciaturas, desse eixo de formação de professores, das licenciaturas da Unisinos, que a gente mantém, não é professor Artur, então tem muitos dos nossos estudantes de licenciatura que estão lhe ouvindo remotamente, que se inscreveram, então eu queria é fazer menção a eles. Ontemmesmo, quando a gente estava em sala de aula e eles diziam: “nós adoraríamos estar lá presencialmente, mas a gente estuda, a gente faz estágio, a gente é bolsista para a gente juntar 700 daqui, 700 dali, para poder se manter na universidade”, mas muitos gostariam de estar aqui, então eu queria fazer menção a isso. Fiquei pensando se eu perguntaria, porque depois de uma pergunta feita pela Ana, que trata com tanta sensibilidade de projeto de vida e que nos toca e de fundamento como foi colocado, e que eu lembrei até da Ariane Cosme, em Portugal. Ela sempre responde de uma forma muito simples, “é na escola que a gente encontra o outro”. Ela responde só dizendo isso e é toda essa discussão. Eu queria voltar de novo a uma questão mais pragmática no que se refere à capacidade política. Eu concordo, eu acompanho porque eu sou professora, de Gestão Educacional e também pesquisadora. Eu estou lhe acompanhando, concordo com a sua posição em relação aos projetos de lei em tramitação. Agora eles estão numa situação que até foi para o dicionário: “apensados”, porque justamente é essa situação de discussão nas câmeras a partir do Senado ter encaminhado o projeto de lei. Eu acredito que eles não vão andar muito nas câmeras, mas em relação à capacidade política do atual Conselho Nacional de Educação, se o senhor poderia nos dizer alguma coisa, porque eu estou acompanhando a movimentação de algumas pessoas. A gente tem lá o Paulo Fossatti, que é aqui do Sul, mas eu sei que o senhor já ocupou esse lugar e passou por um período muito difícil no governo passado e como é que o senhor vê hoje a possibilidade do Conselho Nacional de Educação, ser um ator que possa fazer algum tipo de pressão porque, a minha aposta, por exemplo, na questão dos estados, aqui no Rio Grande do Sul, é sem nenhum otimismo. Eu acho que a gente está vivendo uma situação muito difícil. Hoje a secretária de educação é Raquel Teixeira, acho que é uma velha conhecida sua. Nessa semana mesmo a gente se deparou com a abertura de seleção para as coordenadorias. Uma seleção aberta, para a qual não precisa ser servidor público, é o Programa Qualifica RS. Eu acho que é importante ter um processo seletivo, ter critérios,
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